Avançar para o conteúdo principal
Estou a poucas horas de me deslocar ao Bonfim para ver um grande jogo, que vai opor o meu Vitória contra a Associação Desportiva Ovarense. Triste sina a do meu Vitória ter de partilhar o recinto de jogo com equipas célebres pelos títulos conquistados no basquetebol e onde talvez a maior estrela que por lá tenha passado seja Luis Manuel, formado nas escolas de Ovar, passando depois por Sporting, Salgueiros, Boavista e Beira-Mar, conhecido por uma impetusidade própria de um Oceano.

O meu Vitória vai ter dificuldade em apresentar hoje uma linha avançada com muitos homens, visto que o único disponivel é Meyong, devido a lesão de Hugo Henrique e à convocatória de Pascal para a selecção de sub-23 da Nigéria.

Estou a escrever e a pensar que falta poderá fazer hoje um Chiquinho Conde para partir os rins aos posiveis 10 defesas contrários, um Yekini para com o seu poder fisico esmagar o central Marçal (ex-Leiria, ex-Boavista, ex-Vitória), ou um Quinzinho para que volte a haver empatia entre o sócios e a linha avançada do Vitória.

Quanto a mim Quinzinho teria tudo para agradar à massa associativa vitoriana:
1º É lutador, é incansável, sua a camisola, capacidade muito apreciada no Bonfim.
2º Na esteira de grandes avançados vitorianos como JJ e Yékini, é negro, qualidade importante para ter credibilidade como avançado.
3º É "palhaço", palhaço no bom sentido, trapalhão, diverte a assistência.
4º Tem garra na forma de comemorar os golos. Nada mais frustante para os adeptos que aqueles jogadores que marcam um golo e não o festejam a preceito (tipo Rui Águas). Gosto do estilo de festejar tipo Jordão, correm, saltam os paineis publicitários, agarram com força a camisa que vestem, beijam-na, e dançam. Quinzinho é assim.

Ouvi dizer que Quinzinho anda perdido no Médio Oriente, e aqui tanta caixa de cavala para ser comida.
Alisson

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Para ti, Fábio

Independentemente das actualizações mais ou menos frequentes deste espaço de comunhão e exaltação vitoriana, a vida da mais carismática e acarinhada instituição setubalense não tem parado e as alegrias vão-se sucedendo com regularidade, apesar de algumas contrariedades e momentos menos bons. Quase 3 meses após as últimas eleições no Vitória Futebol Clube, a Direcção e SAD, numa iniciativa que se louva, retomaram o hábito da Direcção presidida por Jorge Goes, que a gerência de Chumbita Nunes esqueceu, e reuniram informalmente com os sócios do Clube no Fórum Luísa Tody, numa sessão de esclarecimento que contou com mais de 500 associados do Vitória. Nota muito positiva para a exposição feita por um funcionário recém contratado para a área financeira, que de uma forma clara, transparente e sucinta traçou o panorama das finanças do grupo Vitória, que infelizmente, tal como sabemos e ouvimos há já vários anos, continuam sem motivos para fazer sorrir os associados e dirigentes, apesar de ser ...

E lá vamos nós outra vez....

O Estádio do Bonfim, palco de tantas e tantas noites de glória verde e branca, viveu na passada Quinta - Feira, mais um episódio que perdurará por muitos e muitos anos na memória de todos os setubalenses e que será contado e transmitido, estou certo, a várias gerações futuras de vitorianos. O dia começou cinzentão e chuvoso em Setúbal. Durante largas horas e de forma copiosa, a chuva não parou de cair. Os céus abençoavam desta forma a cidade e o palco da segunda meia final da Taça, para aquele que muitos já consideram o jogo do ano. O cordão verde foi um sucesso, pleno de emoção e fervor vitoriano e constituiu sem sombra para qualquer dúvida o primeiro grande tónico e a primeira injecção suplementar de motivação para os jogadores de verde e branco trajados. Confesso que as páginas da História, que nos diziam que sempre que o Vitória vence a Taça de Portugal, a defende no ano seguinte no mesmo palco, me deram alguma tranquilidade para encarar com serenidade e muita confiança os dias que...

Vamos fazer a nossa parte!!!

Terminada a euforia da conquista do direito de defender a Taça, conquistada o ano passado no Estádio Nacional, no próximo dia 14 de Maio, a equipa profissional de futebol do Vitória, ciente, independentemente do orçamento, de ter cumprido a obrigação de se ter apurado para a final da Taça, não entrou em festejos desmedidos, arregaçou as mangas e preparou com entusiasmo e muito rigor, a recepção à aflita Naval 1º de Maio da Figueira da Foz, que gratas recordações nos costuma deixar. O resultado da seriedade e profissionalismo dos jogadores, dos novos métodos, estilo e concepção de jogo do treinador e da excelência do trabalho do preparador físico tiveram como consequência uma bela jornada de futebol vitoriano, ofensivo, alegre e rápido que teve como consequência 3-0 aos 20 minutos de jogo e um placard final de 4-1, meras 67 horas após a meia final de 120 minutos da passada Quinta-Feira. Os sócios voltaram a marcar presença em número razoável, mas ainda longe daquilo que há bem poucos an...